Pagliuca, Espínola & Lessnau — Advocacia com Propósito

Planejamento Previdenciário Estratégico

Placa do escritório Pagliuca, Espínola & Lessnau

Advocacia com Propósito

Você contribui para o INSS há anos. Está fazendo isso valer o máximo que poderia?

Profissionais liberais e empresários de alta renda contribuem uma vida inteira, mas poucos param para garantir que essa contribuição trabalhe a favor deles. Planejamento previdenciário é o que transforma o que você já paga em uma aposentadoria à altura do que você construiu.

O INSS não é o problema.
Contribuir no piloto automático é.

O INSS é a base da sua aposentadoria — e uma base sólida. O ponto é outro: quem tem alta renda costuma contribuir uma vida inteira sem nunca verificar se está contribuindo da forma certa, no valor certo, pela regra certa.

É o paradoxo de quem ganha bem. É quem mais contribui e quem menos planeja o depois — não por descuido, mas por excesso de trabalho. Enquanto você atende, produz, decide e resolve, os anos passam no piloto automático. E cada ano contribuído sem estratégia é dinheiro que poderia estar rendendo mais lá na frente.

A boa notícia: dá para corrigir isso. Com o planejamento certo, a mesma contribuição que você já faz pode valer significativamente mais.

“Meu contador
já cuida disso.”

Cuida da apuração. Não do planejamento.

Contador registra o que aconteceu. Planejamento previdenciário decide o que vai acontecer — qual forma de contribuição faz sentido para a sua realidade, quando você pode se aposentar, e como fazer cada real contribuído render o máximo possível lá na frente.

São funções diferentes, e complementares. Uma olha para trás. A outra, para frente.

O que é planejamento previdenciário estratégico

Planejamento previdenciário não é burocracia. É fazer sua contribuição render mais.

A maioria trata previdência como papelada — algo para resolver perto dos 60. Mas cada decisão sobre como e quanto você contribui hoje define o tamanho do benefício que você vai receber depois. Planejar é justamente extrair o máximo daquilo que você já está pagando. Um planejamento bem feito olha para o conjunto:

01

Sua realidade de contribuição hoje — se a forma como você contribui está otimizada ou está te fazendo pagar sem aproveitar todo o retorno possível.

02

O melhor momento e a melhor regra para se aposentar, considerando as regras de transição para quem começou a contribuir antes de 2019.

03

A combinação entre INSS e previdência privada — o que a maioria trata como excludente e que, bem estruturado, é complementar.

04

Patrimônio, holding e sucessão, quando o planejamento previdenciário conversa com o planejamento patrimonial da família.

05

A dimensão internacional, para quem tem atuação, renda ou bens fora do Brasil.

Este planejamento faz sentido para você se:

  • Você é profissional liberal ou empresário, ganha bem, mas nunca sentou para calcular como será sua aposentadoria.

  • Você contribui como PJ, pessoa física, ou uma mistura dos dois — e não sabe se está na estratégia certa.

  • Você começou a contribuir antes de 2019 e não sabe quais regras de transição ainda pode aproveitar.

  • Você já pensou “eu resolvo isso mais tarde” — e “mais tarde” está ficando cada vez mais caro.

Sócios do escritório Pagliuca, Espínola e Lessnau

Autoridade — Pagliuca, Espínola e Lessnau

Quem vai olhar para o seu caso

O Pagliuca, Espínola e Lessnau é uma sociedade com mais de 10 anos de atuação, construída sobre uma ideia simples: cada cliente merece um advogado que domina profundamente aquilo de que ele precisa, não um generalista.

São três sócios, cada um à frente de uma área. O planejamento previdenciário é conduzido por Marcos Espínola e Diogo Lessnau, que atua há mais de 10 anos com previdência estratégica para profissionais liberais e empresários de alta renda, com uma atuação adicional em direito internacional. É ele quem trata a previdência não como um benefício a ser requerido no fim, mas como uma decisão a ser tomada no começo, apoiado pela estrutura de um escritório que faz da especialização a sua forma de trabalhar.

Como começa

Não começa com uma promessa. Começa com um diagnóstico.

1

Conversa inicial

Entendemos sua realidade profissional, sua forma de contribuição e seus objetivos.

2

Análise da sua situação

O que existe hoje, o que pode ser otimizado, quais cenários são possíveis.

3

Estratégia

Um caminho claro, com as decisões que fazem sentido para o seu caso.

O objetivo do primeiro contato não é fechar nada. É te dar clareza sobre onde você está.

Dúvidas frequentes

Antes de conversar, o que costuma passar pela cabeça

Você levou anos construindo sua renda. Vale alguns minutos entender o que acontece com ela depois.

Um primeiro contato para entender sua situação e esclarecer suas dúvidas, sem compromisso.